10 de setembro de 2014

"Olheira" da quadrilha de latrocidas, assassinos do sargento "caju, presa em pinote rumo à Santarém

 
 


Susan Assunção da Encarnação, 30 anos, a "olheira" da quadrilha especializada em "saidinha de banco", que matou no dia 2 deste mês num assalto o sargento da Polícia Militar, José Cláudio da Silva, o "Caju", era integrante de um outro bando que pratica o mesmo roubo que numa investida em outubro do ano passado resultou na morte do investigador da Polícia Civil, Edson Cota Willott. Ela foi preso ontem à noite por policiais da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos, em Itacoatiara, em depoimento a polícia ela contou detalhes do crime.


Quadrilha antiga especializada em saidinha de banco que era integrada por Susan



A quadrilha antiga de Susan, era composta por Rodrigo Lopes, 23, Elismar Saldanha, 34, Márcio Palheta, 23, e Diego Hidalgo, 25, presos em flagrante no dia da morte de Cota. Como ela não foi presa, voltou a entrar em um novo bando especializado em "saidinha de banco" agora composto por Marcelo Blanco da Silva, 25 anos, Frank Rodrigues da Rocha, mortos em troca de tiros com a polícia na última segunda-feira (8) e Jhonatan Paiva Costa, o “Jho Jho”, 18 anos, ainda foragido.

Fonte : BLOG DO PAVULO


Entenda o caso

O sargento da Polícia Militar José Cláudio Marques da Silva, 46, o “Caju”, assassinado em frente à sede do Partido da Mobilização Nacional (PMN), no Conjunto Eldorado, Zona Centro-Sul de Manaus, nesta terça-feira (2), foi enterrado com honras da Corporação no cemitério Nossa Senhora Aparecida, no Tarumã, Zona Oeste da cidade, na tarde desta quarta (3). Colegas, familiares e amigos próximos, incluindo o deputado e candidato ao Governo Chico Preto, participaram da cerimônia.


O caso atraiu bastante atenção pelas circunstâncias: Caju era oficial da PM, lotado na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), e acompanhava informalmente a esposa de Chico Preto quando ocorreu o crime. Eles haviam acabado de sair de uma agência do banco Bradesco na avenida Djalma Batista, onde Silvana Castro, a mulher do político, sacou uma grande quantidade de dinheiro – cerca de R$ 34 mil, segundo informações da Polícia Civil.

Dois homens em uma moto abordaram a dupla na sede da PMN e, numa ação rápida, dispararam contra Caju, matando-o na hora. Silvana se escondeu no edifício do Partido e escapou ilesa.

No velório, o deputado Chico Preto, emocionado, afirmou que a relação dele com Caju era antiga. “Antes de ser empregado, ele era um amigo”, disse. O candidato segue com a campanha suspensa por tempo indeterminado, em respeito à morte do policial. O PMN informou que Caju não era funcionário do partido, tendo feito o serviço estritamente com base no relacionamento que mantinha com Chico.
 
Fonte : http://acritica.uol.com.br/

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